Grupo Anonymous acusa Trump de ter traficado pessoas

Na madrugada de domingo, dia 31, o grupo de hackers Anonymous manifestou sua revolta após a morte de George Floyd, o nego morto por um policial em Minneapolis (Minnesota). Através de um vídeo divulgado nas redes sociais, um membro do grupo cobrou por justiça, caso contrário, sua equipe iria expor vários crimes envolvendo a polícia dos Estados Unidos.
Na mensagem, o grupo deu sua palavra de ordem – os responsáveis pela morte de Floyd deveriam ser acusados pelo assassinato brutal.
Ele destacou que “os oficiais envolvidos devem enfrentar acusações criminais, e o oficial Derek Chauvin, especialmente, deve enfrentar acusações de assassinato. Infelizmente, não confiamos na sua organização corrupta para fazer justiça, então estaremos expondo seus muitos crimes ao mundo”, declarou o grupo.
O Anonymous também sugeriu uma investigação sobre o presidente Jair Bolsonaro, dando a entender que haveria uma ligação entre ele e John Casablancas – acusado pelo Anonymous de traficar crianças. “Algo que as pessoas devem olhar no Brasil é investigar se Bolsonaro tem algum vínculo com o traficante e estuprador de crianças John Casablancas, um associado próximo de Trump, que atuou como proxy para os negócios de Trump no Brasil sob algum cargo obscuro e indefinido”, apontou.
A página do grupo também acusou diretamente Donald Trump de ter ele mesmo praticado tráfico de pessoas, aliado a Jeffrey Epstein – denunciado por controle de rede de tráfico de pessoas. “Você conseguiu que Jeffrey Epstein fosse morto para cobrir sua história de tráfico e estupro de crianças”, publicou o grupo.
O Anonymous ainda divulgou arquivos que ligariam diversas personalidades a Jeffrey Epstein, que fora encontrado morto em 2019, enquanto cumpria pena sob a acusação de controlar o grande esquema de tráfico e abuso sexual de menores. A lista reúne uma série de celebridades, incluindo membros da realeza britânica, e até brasileiros, como o piloto Pedro Diniz, e Mário Garnero, empresário e pai de Álvaro Garnero. A família Kennedy – como o ex-senador Edward Kennedy, Ethel Kennedy, Jo Kennedy –, e as lhas de Trump, Ivanka e Ivana, também foram citadas
O príncipe Andrew, filho da rainha Elizabeth II, também estaria envolvido no esquema de Epstein. O fundador da Microsoft Bill Gates, não apenas estaria envolvido com Epstein, mas também teria praticado outros crimes pelo bilionário, acusado de tráfico de menores.
O Anonymous atendeu às curiosidades dos seguidores, e falou de outro caso da família real britânica, dizendo que a princesa Diana sabia de casos de estupro que teriam acontecido no palácio – envolvendo pessoas próximas ao príncipe Charles. “Na época de sua morte, Diana estava visitando hospitais e casas de repouso que Jimmy Savile perseguia a todas as horas da noite, consolava as vítimas da Elm Guest House e registrava depoimentos de vítimas de estupro no palácio”, publicou a conta.
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