Atirador abre fogo em fábrica no Texas e EUA têm 4º tiroteio em 1 mês

Um atirador matou uma pessoa e feriu outras 6 em uma fábrica de armários no Estado do Texas, nessa quinta-feira (8). Este é o 4º tiroteio em massa nos EUA em menos de 1 mês.

Todos os feridos foram levados a hospitais e 4 deles estão em estado crítico.

O Departamento de Segurança Pública do Texas informou que 1 policial também foi baleado durante a perseguição ao suspeito, mas seu estado é estável.

Inicialmente, a polícia disse que o atirador, Larry Bolin, de 27 anos, teria sido funcionário da fábrica, mas a informação não foi confirmada. Ele foi detido.

O tiroteio ocorreu em Bryan, que tem 87.000 habitantes e é a cidade mais importante do condado de Brazos. Fica perto da Texas A&M University, a cerca de 160 quilômetros de Houston.

O ataque foi o mais recente de uma série de tiroteios nos EUA desde meados de março.

No dia 16 de março, 8 pessoas morreram depois de serem baleadas em 3 casas de massagem na área de Atlanta.

Em 22 de março, um atirador matou 10 pessoas em 1 supermercado da rede King Soopers, em Boulder, no Colorado.

Outro tiroteio com vítimas aconteceu em Orange, na Califórnia, no dia 31 de março, e deixou 4 mortos.

O ataque no Texas aconteceu horas depois que Joe Biden anunciou um plano de 30 dias para conter a venda das chamadas “armas fantasmas”, armas caseiras parcialmente montadas que não estão sujeitas às mesmas regras que a maioria das armas de fogo.

O presidente também anunciou um plano de 2 meses para regular os “braços armados”, dispositivos que se prendem à arma para dar-lhe mais precisão e que foram usados em outros tiroteios.

“A violência armada neste país é uma epidemia e uma desgraça internacional”, afirmou o presidente.

No total, Biden apresentou 6 ações executivas (que não exigem aprovação do Congresso) para o controle de armas, uma de suas promessas de campanha.

“Todos os dias neste país 360 pessoas são baleadas todos os dias, e 106 deles morrem.”

Ele garantiu que nenhuma das medidas propostas viola a 2ª Emenda da Constituição dos EUA, que concede o direito ao porte de armas de fogo.

As medidas anunciadas, no entanto, têm limitações, e o presidente pediu novamente ao Congresso para aprovar leis que já passaram pela Câmara dos Representantes. Uma delas proíbe armas de assalto. A outra impõe regras mais rígidas no sistema de verificação de antecedentes para aqueles que compram armas.

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