Polícia diz que brasileira procurada por participação em esquema bilionário de criptomoedas pode estar nos EUA

A Polícia Federal do Brasil tenta cumprir de busca e apreensão na casa de pessoas ligadas a um esquema bilionário de operações com criptomoedas na Região dos Lagos, no Rio de janeiro. A Receita Federal também participa da Operação Kryptos 2.

De acordo com as investigações, a empresa funcionava como um fundo de investimento, mas se tratava de uma pirâmide financeira, ou seja, o rendimento dos clientes antigos viria de novos clientes e não do lucro das operações.

Na primeira fase da ação, no mês passado, Glaidson Acácio dos Santos, apontado como chefe da organização criminosa foi preso. O ex-garçom não declarava os valores movimentados ao fisco e prometia aos clientes retorno mensal de 10% sobre o valor investido.

Segundo um relatório do Ministério da Justiça, Glaidson investiu mais de R$ 1 bilhão em criptomoedas que foram para a conta dele e de outros envolvidos no esquema.

A PF afirma que por meio da GAS Consultoria, empresa de Glaidson, os integrantes do esquema movimentaram cerca de R$ 38 bilhões. Só no ano passado, seriam cerca de R$ 17 bilhões movimentados sem nenhuma notificação ao mercado financeiro nacional. A esposa dele, Mirelis Zerpa, está na lista vermelha de procurados da Interpol. A suspeita é que ela esteja nos Estados Unidos.

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