Como brasileiro rejeitado pela F-1 nos anos 90 se tornou chefão da McLaren

Gil de Ferran foi um dos pilotos brasileiros com bons resultados nas categorias de base do automobilismo europeu no final dos anos 1980, mas traçou um caminho completamente diferente de seu contemporâneo Rubens Barrichello.

Tão diferente que acabou o levando à chefia da equipe McLaren na F-1. Mais do que isso, é a segunda vez que De Ferran ocupa um cargo de poder em uma equipe na categoria. A primeira oportunidade foi na BAR-Honda, entre 2005 e 2007, período difícil do time que foi comprado pela Mercedes em 2010 e atualmente coleciona títulos mundiais. Hoje, porém, o brasileiro se sente muito mais bem preparado.

“Todas as experiências que eu tive na minha vida vão ser importantes para mim aqui”, disse ao UOL Esporte. “Desde as conversas com meu pai, passando pelos anos em que estive na F-1, e depois tocando minha equipe. Eu tenho 50 anos de idade e, desde que parei de correr, vim tendo experiências como gestor e investidor e tudo fez parte da minha formação”. Gil de Ferran é um caso raro de ex-piloto sem passagem pela F-1 que foi “abraçado” pela categoria anos depois, como seu colega de Red Bull, Christian Horner.

O brasileiro vinha de uma carreira promissora na Europa, ainda que com poucos recursos, culminando com o título da então prestigiosa F-3 Britânica em 1992.

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