Miami CVB insiste em mercado brasileiro apesar de baixa no número de turistas

O Greater Miami Convention & Visitors Bureau realizou um workshop para agências de viagem e operadoras de São Paulo nesta segunda-feira (13). O objetivo do evento foi atualizar os profissionais de turismo sobre as novidades de Miami, além de promover novos negócios.

De acordo com Joe Docal, diretor de Vendas da Greater Miami Convention & Visitors Bureau para América Latina e Caribe, o Brasil segue como um mercado importante para o destino norte-americano, apesar da diminuição no número de visitantes nos últimos três anos.

“Se compararmos 2016 e 2017, tivemos uma baixa de 5% na quantidade de turistas brasileiros que visitaram Miami. Ainda assim, nós sabemos do potencial desse mercado e não temos planos para deixar de investir”, ressaltou Docal.

O diretor ainda falou da América Latina como um todo. Ele apontou que Miami recebe 50% de visitantes internacionais e 50% de nacionais. Dos estrangeiros, 70% é da América Latina. Além de São Paulo, o workshop ainda vai passar por Porto Alegre e Brasília.

Entre as marcas expositoras, estavam Dolphin Mall, Charles Group Hotels, Pestana South Beach, The Biltmore, AC Hotels Miami Aventura, Generator Miami, Aviana Brasil, Copa Airlines e American Airlines.

Alguns dos executivos e executivas presentes no workshop de São Paulo aproveitaram a ocasião para tirar eventuais dúvidas e reforçar produtos já consolidados no mercado. Outros e outras, por sua vez, apresentaram novidades da badalada Miami.

O destaque é a inauguração da primeira propriedade do grupo hoteleiro Generator no destino norte-americano, prevista para setembro. A marca, que mistura os conceitos de hotel e hostel, é consolidada na Europa e começa a colocar em prática um plano de se estabelecer nos Estados Unidos.

Segundo Gaby Chico, diretora de Contas América do Norte, o grande diferencial do hotel é a possibilidade de visitar Miami a um custo baixo. “Temos opções de quartos individuais, a partir de US$ 95 por noite, ou compartilhados, começando de US$ 30. Além disso, a ideia de hostel é muito disseminada na Europa, mas ainda pouco explorada nos Estados Unidos. E há mercado para isso”, explicou.

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