Brasileiro conta como foi trabalhar em Os Incríveis 2

Cláudio de Oliveira trabalha na Pixar desde 2013 e tem no currículo as animações Divertida Mente, O Bom Dinossauro, Carros 3 e Viva: A Vida é uma Festa

Os Incríveis 2 só chega aos cinemas do Brasil no dia 28 de junho e já está fazendo história nos Estados Unidos, onde estreou no último dia 15 e arrecadou US$ 180 milhões, tornando-se o filme animado com maior estreia de todos os tempos. E os fãs brasileiros da Pixar tem mais um motivo para ir assistir ao retorno de Mulher-Elástica, Sr. Incrível, Violeta, Flecha e Zezé às telonas, 14 anos depois da estreia do primeiro filme de animação: o animador brasileiro Cláudio de Oliveira, de 39 anos.

Ele trabalha na Pixar desde 2013, sua estreia foi em Divertida Mente e, além dos longas citados, participou das equipes de animação de O Bom Dinossauro, Carros 3 e Viva: A Vida é uma Festa. Mas com certeza a experiência em Os Incríveis 2 foi uma das mais marcantes para o brasileiro.

“É meio surreal [trabalhar em Os Incríveis 2] da maneira que a gente conhece os personagens de fora, assisti [ao primeiro filme, lançado em 2004] ainda sem estar na indústria, então você tem uma ligação diferente com aqueles personagens”, contou Cláudio de Oliveira à CAPRICHO. “De repente, você tem a oportunidade de poder contribuir para a vida deles. Ver os fãs do lado de fora que querem muito aquela sequência, tem uma pressão maior, mas também você começa a relaxar a partir do momento que você vai conduzindo o projeto.”

Os 14 anos que separaram dos dois filmes de Os Incríveis ajudaram a Pixar e a equipe de animadores no que diz respeito aos avanços tecnológicos, como bem destacou Cláudio. “Naquela época o filme estava quebrando algumas barreiras, então você tem que suar a camisa pra representar bem”, explicou. “O personagem é o mesmo, mas tem uma diferença visual muito grande deles ao mesmo tempo.”

“Eu parava pra comparar. Às vezes estava trabalhando em uma cena com o Lúcio/Gelado, aí olhava pro primeiro filme e depois olhava pra cena que eu tinha, e era uma sensação legal, porque era o mesmo personagem, mas tinha um toque do que eles queriam que ele fosse. Você olha algumas das maquetes anteriores e realmente era o que eles tinham em mente, mas, chegava na parte final, tecnicamente tinham algumas limitações. Hoje em dia a limitação técnica é menor.”

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