Mãe processa EUA por morte de bebê após ficar sem tratamento em centro de imigração

Uma mulher guatemalteca que pediu asilo nos EUA está processando o governo americano de homicídio por negligência de sua filha de apenas um ano e sete meses. A menina ficou doente num centro de detenção de imigrantes e morreu logo depois que as duas foram liberadas.

Yasmín Juárez, de 20 anos, atravesssou em março o Rio Grande com sua filha Mariee para pedir asilo nos Estados Unidos, mas as duas foram detidas na fronteira e passaram 20 dias num centro da Imigração em Dilley, no Sul do Texas.

Segundo os documentos de entrada do processo, impetrado pelo escritório de advocacia Arnold & Porter, a bebê caiu doente uma semana depois da detenção, apresentando sintomas como febre de 40 graus, congestão, diarreia e vômitos. No entanto, “não foi atendida pela equipe médica enquanto esteve sob custódia”, diz um comunicado dos advogados.

“Os responsáveis por sua segurança, condições de higiene e cuidados médicos falharam com esta menina e provocaram sua morte de maneira dolorosa”, diz o advogado R. Stanton Jones no comunicado.

“Mariee Juárez chegou a Dilley como uma bebê saudável e 20 dias depois foi liberada gravemente doente, com uma infecção respiratoria que ameaçava sua vida”, acrescentou Jones. Mariee morreu seis semanas depois.

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